Isso fica evidente em todos os jogos do Galvez, equipe do futebol profissional, criado para representar a Polícia Militar no futebol profissional, que em seus jogos utiliza um Micro ônibus do Sistema Integrado de Segurança Pública para transportar seus jogadores e a Banda de Música da corporação para animar as arquibancadas dos estádios. Lamentavelmente, após o encerramento dos jogos do Galvez, os músicos, param de tocar e deixam o local.
Outro fato observado é que os militares que fazem parte do elenco profissional estão fora da escala de serviço.
Está na hora de todas as equipes serem tratadas de forma igualitária e os de órgãos de fiscalização observar estes desmandos que tem sido praticado ao longo da existência do Galvez.
É preciso também, que o Governo Estadual reveja o que está acontecendo com o futebol profissional no Estado, antes que a falta de patrocínio e apoio obrigue outras equipes a abandonarem as disputas,assim como já fizeram Adesg e Independência, que devido à falta de patrocínio desistiram da disputa estadual.
Tribuna do Juruá – Adelcimar Carvalho
