O local já foi invadido duas vezes apenas neste ano
A diretora Rosimar Almeida clama pela contratação de seguranças. “São apenas os nossos próprios funcionários que realizam a segurança aqui, que ficam no portão, não tem como impedir de vândalos entrarem na instituição”, explicou a diretora.
Os muros baixos facilitam a entrada de outras pessoas no ambiente escolar, segunda a gestora, rotineiramente indivíduos que não fazem parte da escola insistem em adentrar a instituição, colocando dessa forma os estudantes em risco.
Essa é a segunda invasão que acontece no lugar. No mês de agosto um estudante de 15 anos foi esfaqueado dentro da instituição. Outros dois menores pularam o muro e abordaram a vítima no pátio da escola, desferindo contra ele duas facadas.
A reportagem procurou o coordenador do Núcleo da Secretaria Estadual de Educação em Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, para saber se existe algum projeto de implantação de agentes de segurança na escola. O coordenador informou que atualmente a secretaria trabalha apenas com vigias noturnos, sendo abordada nas escolas apenas a prevenção à violência. E ainda enfatizou que os ambientes escolares devem ser abertos à população, formando dessa forma uma interação entre sociedade e publico escolar.
Tribuna do Juruá – Vanísia Nery