Segundo ela o marido, na companhia de um colega, saiu de casa às 6h30 para receber o dinheiro de um trabalho de limpeza realizado em uma fazenda da região nas proximidades do Igarapé Preto e não retornou.
Maria das Dores relatou que o marido costumava beber, mas sempre voltava para casa.
“O que eu acho estranho é que ele não costumava sair de casa para dormir fora, ele nunca tinha feito isso, a não ser quando estava trabalhando, eu desconfio que ele nem esteja vivo, que alguém tenha matado ele”, falou a mulher.
A esposa disse que o celular do marido foi encontrado com um morador da Comunidade Belo Monte, onde também reside o colega que acompanhou o homem no dia do pagamento.
“O homem que atendeu o telefone disse que foi o capataz que deu para ele guardar o telefone do meu marido, eu quero saber onde ele está”, finalizou a mulher.
Tribuna do Juruá – Vanísia Nery