Os mototaxistas criticam os órgãos de segurança, insinuando que os casos de assaltos envolvendo empresários têm “um tratamento diferenciado”. O presidente do sindicato, Antônio Francivaldo Castelo Nobre, diz que a classe vive um clima de medo e está disposta a não trabalhar à noite. “Isso não resolve porque a gente perde um turno, sem contar que os assaltos estão acontecendo em plena luz do dia”, declarou ele, em tom de indignação.
O delegado titular de crimes contra o patrimônio, Luís Antonini, afirmou, mostrando os inquéritos sobre a mesa, que os casos estão sendo investigados dentro dos prazos e procedimentos legais. Também fez questão de explicar qual a função da Polícia Civil: “Somos a policia judiciária e não fazemos policiamento ostensivo, que é atribuição da Policia Militar”, declarou ele, destacando que os mototaxistas e taxistas são vulneráveis a alguns crimes.
Tribuna do Juruá – Jorge Natal