De acordo com o registro policial, por volta das seis horas da manhã, Maria Ivanete estava nas dependências do Departamento de Identificação da Policial Civil, também conhecido por Furepol, aguardando numa fila uma vaga para sua irmã, que, ao chegar local, tomou conta do lugar guardado por Maria Ivanete. “Naquele momento algumas pessoas começam a furar a fila. Quando a minha irmã foi questionar, o despreparado policial a arrastou pelo braço para fora da sala”, relatou a mulher.
Através de um celular, a trabalhadora gravou um vídeo que comprova as agressões. “Também tenho provas testemunhais. Depois de arrastar minha irmã, ele partiu em minha direção me chamando de barraqueira, sempre com o dedo em riste. Também me ameaçou de prisão por desacato”, desabafou Maria Ivanete. A nossa reportagem tentou conversar com o policial, mas não conseguimos localizá-lo. Também tentamos falar com o representante sindical dos policiais, José Gomes, que não atendeu as ligações.
Tribuna do Juruá – Jorge Natal