Grupo fugiu do local após detectar presença dos policiais, diz delegado.
As investigações seguem sob sigilo policial
Próximo ao local, foi encontrada uma arma. A polícia acredita que o objeto tenha caído no momento que o grupo tentou fugir. De acordo com o delegado Luis Tonini, responsável pelas investigações, o processo segue sob sigilo, mas confirma que no local os foragidos estavam alojados e possivelmente sendo acobertados por outras pessoas.
“Encontramos uma arma que estava com um deles, mas quando verificaram a presença dos policiais, fugiram em direção à mata e a arma caiu. Pela forma que encontramos a casa, também é possível constatar que eles estão recebendo ajuda de outras pessoas”, explica.
Entenda o caso
Seis presos, que cumpriam pena no regime fechado, fugiram do Pavilhão E do presídio de Cruzeiro do Sul na madrugada do dia 24 de maio. De acordo com a Polícia Militar, dois dos seis fugitivos são considerados de alta periculosidade.
A suspeita inicial é de que os presos teriam cortado a grade de uma das celas utilizando uma serra. Em seguida, teriam quebrado cadeados de duas outras celas. Já na parte exterior da unidade, eles escalaram o muro com uma ‘teresa’.
De acordo com a direção da unidade, os dois presos de alta periculosidade são: Thiego Lima de Almeida, que foi transferido de Rio Branco para Cruzeiro do Sul, acusado de latrocínio, e Marcílio Eneas Correia, conhecido como “Sequestrador”, acusado de matar o filho de um comerciante em Tarauacá.
Além desses, estão Elivânio Feitosa Moura, Alerimar Santos de Araújo e Edson Chagas de Souza, que respondem por tráfico de drogas, e João Moreira, conhecido como “João Balseiro”, que responde por assalto.
G1-