Paulo Henrique Teles era o único funcionário que estava no posto no momento do assalto. Ele estava dentro do escritório quando o assaltante abriu a porta e anunciou o assalto encostando a arma no frentista. Paulo foi obrigado a entregar sua carteira de bolso e todo dinheiro do faturamento, em torno de R$ 700.
De acordo com o funcionário do posto, o homem em nenhum momento tirou o capacete e por isso não foi possível reconhecê-lo. Ele afirmou que ainda observou a reação do criminoso logo quando saiu do posto. O assaltante deixou o local caminhando e dobrou a esquina. Paulo acredita que lá na frente alguém estaria esperando-o em uma moto para a fuga.
O empresário não se conforma com tanto prejuízo. Essa é a terceira vez que o mesmo posto de combustível é alvo de assalto. A ação dos bandidos acontece sempre durante a madrugada.
Tribuna do Juruá – Da redação