Segundo o comando de greve, a assessora técnica da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Izanelda Magalhães, teria feito a seguinte proposta: os agentes de endemias seriam demitidos da paraestatal Pró-saúde, abrindo mão de todos os seus direitos trabalhistas, para assumir um novo cargo provisório. “Isso é o que a gente pode facilmente chamar de proposta imoral e indecente”, disse Freitas.
Os vereadores Antonio Cosmo e Rocilda Sales, ambos do PMDB, saíram e defesa da classe e disseram que existe apenas uma solução para o impasse: o governo estadual e prefeitura sentarem à mesa. “Se é para municipalizar esse serviço por que isso não aconteceu? Por que não se aproveita essa mão de obra qualificada dos atuais agentes de endemias? E por que o governo estadual deixou se estender essa ilegalidade”, questionam os parlamentares.
Tribuna do Juruá – Jorge Natal