Ainda segundo ela, em alguns trechos os serviços precisarão ser totalmente refeitos.
A rodovia também está na mira de outra CPI, a da Obras Inacabadas. Segundo relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU), que já se manifestou sobre possível superfaturamento na execução de alguns trechos, um quilômetro de asfalto chegou a ser feito por R$ 2 milhões. “Essa turma do PT chamavam o ex-governador de Orleir de ladrão por ele fazer o mesmo quilômetro por R$ 400”, lembrou o ex-deputado João Correia, acrescentando, também, quer o mesmo grupo chamavam o então ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, de “Eliseu Quadrilha”.
Petistas e empreiteiros no banco de réus
Laudos dos exames de engenharia emitidos pelo Instituto Nacional de Criminalística (INC), da Polícia Federal, constataram que os empreiteiros se beneficiaram do recebimento indevido de verbas. Os peritos da PF também comprovaram várias irregularidades praticadas nas obras, sobretudo o pagamento por serviços não realizados e insumos não utilizados nas supostas benfeitorias.
Os denunciados pelo MPF são: Sérgio Yoshio Nakamura e Tácio de Brito (ex-diretores-gerais do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre), Joselito José da Nóbrega (diretor de obras do Deracre) e os empresários Carlos Eduardo Ávila de Souza (Construtora Ideal), José de Ribamar Nina Lamar (Cepel Construções Ltda) e Antonio José de Oliveira e Mauro José de Oliveira (Contrutora Construmil).
Tribuna do Juruá – Jorge Natal