Nos últimos quatro anos o município de Rodrigues Alves aumentou em quase 200% o número de famílias que recebem ajuda financeira do Governo Federal. Em 2009 eram apenas 800 beneficiários e atualmente já são 2008 famílias que recebem auxílio. Esse número já está próximo de atingir o total de 2423 famílias que fazem parte do Cadastro Único que indica aquelas que estão dentro dos requisitos básicos para ter acesso aos benefícios.
“É importante que a criança frequente regularmente a escola, os pais precisam está atentos para manter a vacinação dos filhos atualizada, as gestantes devem realizar o pré-natal e todas as mulheres precisam fazer o exame preventivo do câncer do colo do útero periodicamente. Quem não obedecer a essas exigências pode perder essa ajuda que é tão importante para melhorar a assistência às famílias carentes de nosso município”- esclareceu Mônica.
Para os novos beneficiários que compareceram para receber o auxílio nesta segunda-feira, a maioria mulheres, o recurso representa a possibilidade de melhorar a vida dos filhos. No semblante das pessoas era possível perceber a felicidade no momento em que recebiam a autorização para sacar o primeiro pagamento.
O prefeito Burica ressaltou que está sendo possível ampliar significativamente o número de famílias assistidas pelos programas sociais, graças ao um esforço concentrado da Prefeitura, através da Secretaria de Assistência Social, para facilitar o acesso das famílias de todas as comunidades ao Cadastro Único. Com essa finalidade, equipes da prefeitura realizam visitas rotineiras nas comunidades mais isoladas para cadastrar novas famílias e ao mesmo tempo para atualizar os dados daquelas que já estão cadastradas.
“Nosso objetivo é trabalhar para que cada família de nosso município tenha sua independência financeira. Mas, como ainda estamos avançando nesse sentido, precisamos fazer com que aquelas que são de baixa renda tenham acesso aos benefícios sociais, pois, é melhor entregar um cartão para que a mãe possa ir para a fila do banco retirar dinheiro, mesmo que não seja muito, do que deixar que ela esteja na fila da pobreza se humilhando para pedir ajuda dos políticos que só sabem trabalhar com o assistencialismo” – disse Burica.
Mazinho Rogério-Assessoria de Comunicação
