WhatsApp: (68) 9998-9802
terça-feira, 21 de julho de 2026
No Result
View All Result
24 °c
Cruzeiro do Sul
Tribuna do Juruá
  • HOME
  • CIDADES
    • Cruzeiro do Sul
    • Feijó
    • Rodrigues Alves
    • Mâncio Lima
    • Marechal Thaumaturgo
    • Porto Walter
    • Tarauacá
  • ACRE
  • BRASIL
  • GERAL
  • POLÍTICA
  • POLICIAL
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • EDITAS
    • Licenças Ambientais
    • Licitações
  • HOME
  • CIDADES
    • Cruzeiro do Sul
    • Feijó
    • Rodrigues Alves
    • Mâncio Lima
    • Marechal Thaumaturgo
    • Porto Walter
    • Tarauacá
  • ACRE
  • BRASIL
  • GERAL
  • POLÍTICA
  • POLICIAL
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • EDITAS
    • Licenças Ambientais
    • Licitações
No Result
View All Result
Tribuna do Juruá
No Result
View All Result
Home Brasil

CPI das Bets: quem influencia mais — os influenciadores digitais ou os transtornos emocionais?

cleonnildo by cleonnildo
15 de maio de 2025
in Brasil, Esportes
0 0
CPI das Bets: quem influencia mais — os influenciadores digitais ou os transtornos emocionais?

A recente repercussão envolvendo a influenciadora digital Virginia Fonseca e a CPI das Bets reacendeu um debate nacional: afinal, quem realmente influencia as pessoas a se envolverem com os jogos de azar? A culpa é dos influenciadores ou existe algo mais profundo por trás dessa compulsão silenciosa?

A psicóloga Danny Silva, especialista em comportamento humano e saúde emocional, traz à tona uma perspectiva pouco debatida no noticiário: a ligação direta entre transtornos emocionais, disfunções cerebrais e a dependência em jogos.

“Quando alguém aposta e ganha, mesmo que pouco, o cérebro libera dopamina — o neurotransmissor do prazer. Isso ativa o circuito de recompensa imediata, o mesmo envolvido em vícios como drogas e álcool. O cérebro entra em estado de compulsão, como se estivesse hipnotizado. A pessoa perde a capacidade racional de parar”, explica a profissional.

O jogo como anestésico emocional

Segundo Danny, muitas pessoas não jogam apenas por diversão, mas para fugir de dores emocionais profundas. Traumas não resolvidos, sentimentos de solidão ou frustração e até mesmo um senso de vazio existencial podem levar o indivíduo a buscar refúgio nas apostas, que oferecem uma sensação instantânea de alívio e excitação.

O cérebro, nesse processo, ativa o sistema límbico (das emoções) e desativa o córtex pré-frontal, que é responsável pelo pensamento lógico e tomada de decisões.

Além disso, a psicóloga aponta o chamado “viés de otimismo ilusório” como outro elemento perigoso:

“A pessoa acredita que com ela será diferente, que vai recuperar o que perdeu, ou que ‘na próxima ela acerta’. Esse pensamento irracional alimenta o vício e pode levar a grandes perdas — financeiras, emocionais e até familiares”.

Transtorno do Jogo: quando a diversão vira doença

A psicologia classifica esse vício como Transtorno do Jogo (ou Jogo Patológico), incluído no DSM-5 (manual de transtornos mentais). Entre os sintomas estão:

Preocupação constante com apostas;
Necessidade crescente de apostar valores maiores para obter a mesma emoção;
Irritabilidade ao tentar parar;
Mentiras para esconder o comportamento;
Danos a relacionamentos, finanças e carreira.
Quem está mais vulnerável?
Danny aponta fatores de risco que facilitam o desenvolvimento desse vício:

Impulsividade acentuada desde a infância;
Histórico familiar de vícios (álcool, drogas, jogos);
Dificuldade de lidar com frustrações;
Necessidade constante de estímulo ou adrenalina;
Uso do jogo como fuga emocional (depressão, ansiedade, luto, rejeição).

Como tratar o vício em jogos de azar?

De acordo com a psicóloga, o tratamento é multidisciplinar e requer abordagem ampla:

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) – reestrutura padrões de pensamento e identifica gatilhos de recaída.
Terapia Sistêmica Familiar – compreende o contexto emocional e os traumas que alimentam o vício.
Grupos de apoio, como Jogadores Anônimos.
Intervenções espirituais e existenciais, com foco em propósito e identidade.
Em casos severos, o uso de medicamentos para controle de impulsos pode ser indicado com acompanhamento psiquiátrico.
“O jogo compulsivo muitas vezes caminha junto com depressão, ansiedade, uso de substâncias e até ideação suicida. Precisamos olhar para isso como um problema de saúde pública, e não apenas como um desvio de caráter ou irresponsabilidade”, conclui Danny Silva.
Giselle Oliveira

Related Posts

Especialista explica as opções de tratamento para eliminar os piolhos

by cleonnildo
16 de maio de 2025
0
Especialista explica as opções de tratamento para eliminar os piolhos

O piolho é um problema que afeta crianças e adultos,...

Read moreDetails

Saúde ocupacional nas empresas

by cleonnildo
14 de maio de 2025
0
Saúde ocupacional nas empresas

A gestão eficaz da segurança ocupacional e a contribuição para...

Read moreDetails

Mais lidas

  • Recebimento Licença de Operação – Pioneiro Combustíveis LTDA

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Nota de esclarecimento

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Colônia de pescadores monta Feira do Peixe para evitar atravessadores

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Idoso de 62 anos é alvejado por disparo de espingarda desferido por sobrinho

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Recebimento de Licença de Operação – JOSIAS O DA SILVA LTDA – EPP

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
CBCN

Estamos no Facebook

  • Quem somos
  • Divulgue seu negócio
Fale Conosco
(68) 3322-7302 / (68) 99998-9802

Copyright © 2019 Jornal Tribuna do Juruá. Todos os direitos reservados.

Welcome Back!

OR

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • HOME
  • CIDADES
    • Cruzeiro do Sul
    • Feijó
    • Rodrigues Alves
    • Mâncio Lima
    • Marechal Thaumaturgo
    • Porto Walter
    • Tarauacá
  • ACRE
  • BRASIL
  • GERAL
  • POLÍTICA
  • POLICIAL
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • EDITAS
    • Licenças Ambientais
    • Licitações

Copyright © 2019 Jornal Tribuna do Juruá. Todos os direitos reservados.

Vá para versão mobile